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<meta name="description" content="A diversidade é um elemento muito forte que compõe o continente africano,
abordando várias áreas. Desde as diversas etnias que formam o povo africano, as línguas
faladas por eles, costumes, gastronomia, religiões, mitologias e outros aspectos
que juntos formam a identidade desse povo. Para que fosse viável a economia escravista,
fora realizado a tentativa de destruir sua cultura e identidade.">
<meta name="keywords" content="Mitologia Africana, Cultura Iorubá, Cultura Iorubana, Orixás, Escravidão, Escravidão no Brasil">
<meta name="author" content="Bernardo Pereira, Guilherme Santos, Joel da Silva, Júlio César">
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<title>Cultura Iorubá</title>
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<li><a href="Contato.html">Contato</a></li>
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<!-- Cultura Iorubá -->
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<div class="col-sm-10 texto text-center text-white">
<h1 class="Titulo"> Cultura Iorubá</h1>
<p class="font-italic">"Na África, as nações das distintas partes do território têm seus modos diferentes de cortar o cabelo e são conhecidas por essa marca a que parte do território pertencem"</p>
<p class="font-italic text-right">— Mahommah G. Baquaqua</p>
</div>
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<!--Contexto Histórico > Diáspora Africana -->
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<div class="col-lg-10">
<div class="text-center pt-5 pb-5 texto text-black">
<h1 class="Titulo">Diáspora Africana</h1>
<div class="row justify-content-center media flex-column flex-md-row pt-4">
<div class="col-lg-12 texto text-justify">
<p class="pt-3">
O termo “diáspora” é originado do grego <i>“diáspora”</i>, no qual significa grande
dispersão de povos, que ocorre de maneira forçada, por motivos sociais, políticos ou
religiosos. A palavra foi originalmente utilizada para se referenciar à dispersão
ocorrida aos judeus na Antiguidade, destaque para quando foram levados em cativeiro à
Babilônia (séc. VI a.C) e também para o momento após a destruição de Jerusalém. (70
d.C).</p>
<p class="pt-3">A partir do século XIX, estudiosos que trabalhavam sobre o tema proporam
utilizar o termo para referenciar ao <b>longo processo de transmigração forçada de
milhões de africanos para fora de sua terra mãe rumo ao mundo</b>, destaque às
Américas, motivada pela economia colonial mercantilista dos países europeus. Nisso, foi
adicionado o termo "africana" justamente para especificar a qual diáspora se referem.</p>
<figure>
<img class="img-fluid shadow" src="assets/img/diaspora-africana.jpg" alt="">
<figcaption>Diáspora Africana - Destinos<br><b>Fonte:</b> Flickr <sup><a href="https://c1.staticflickr.com/3/2752/4349420978_baac9418f3.jpg"
target="_blank">[7]</a></sup></figcaption>
</figure>
<p class="pt-3">A diáspora africana está diretamente relacionada ao <b>Tráfico Negreiro</b>.
Estima-se que mais de X milhões de homens, mulheres e crianças foram sequestradas de
sua terra natal para alimentarem a cruel e lucrativa mão de obra escrava utilizada nas
colônias. Nesse contexto, o <b>Brasil</b> se destaca como <b>o local em que mais
recebeu pessoas escravizadas</b>. Estima-se que aproximadamente <b>5 milhões</b> de
negros vieram para o Brasil durante os séculos XVI e XIX, desses, mais de meio milhão
morreram nos navios negreiros, antes mesmo de chegarem ao Império.</p>
<p class="pt-3">A diversidade é um elemento muito forte que compõe o continente africano,
abordando várias áreas. Desde as diversas etnias que formam o povo africano, as línguas
faladas por eles, costumes, gastronomia, religiões, <b>mitologias</b> e outros aspectos
que juntos formam a identidade desse povo. Para que fosse viável a economia escravista,
fora realizado a tentativa de destruir sua cultura e identidade. Pois, era preciso
transportar uma grande quantidade de pessoas para outro continente reduzindo ao máximo
tentativas de rebelião.</p>
<p class="pt-3">Entre as estratégias utilizadas, destaca-se a separação das etnias
raptadas. Pois, como cada etnia possuía uma própria língua, era difícil que escravos se
comunicassem para realizar alguma ação, nisso, houve uma quebra dos vínculos
familiares, comunitários e religiosos existentes. Isso ia além, abrangendo muitas
outras ações, como imposição da cultura europeia, como a religião, língua, etc.</p>
<p class="pt-3">A autobiografia de Mahommah Gardo Baquaqua é atualmente uma das únicas
fontes que mostram o ponto de vista dos escravos durante esse período. O autor é
originado do território que corresponde atualmente ao Benin. Nessa obra, ele conta como
é escravizado, vem para o Brasil, sua jornada para conseguir sua liberdade nos Estados
Unidos e suas experiências e sensações durante esses tempos. Entre partes marcantes no
livro, em certo momento Baquaqua descreve como que a tentativa de apagar a identidade
era feita de maneira detalhista.</p>
<p class="pt-3">Segundo ele, era comum que cada etnia em África possuísse um corte de
cabelo característico, a fim de que outras pessoas soubesse a qual grupo o indivíduo
pertencia. Para transformar os negros em “peças” que podem ser vendidas separadas do
“corpo” (família e etnia), nas feitorias coloniais, antes de serem transportados no
Atlântico, todos tinha seus cabelos cortados, como cita no seguinte trecho:</p>
<p class="pt-3 text-center font-italic">"Na África, as nações das distintas partes do
território têm seus modos
<br>diferentes de cortar o cabelo e são conhecidas por essa marca a que
<br>parte do território pertencem"</p>
<p class="text-right font-italic">— Baquaqua (Biografia de M. G. Baquaqua)</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<!--Contexto Histórico > Linha do Tempo-->
<section id="Contexto" class="cd-horizontal-timeline">
<h2 class="Titulo text-center pt-5">Linha do Tempo</h2>
<div class="timeline">
<div class="events-wrapper">
<div class="events">
<ol>
<li><a href="#0" data-date="01/01/1500" class="selected">1500</a></li>
<li><a href="#0" data-date="01/01/1559">1559</a></li>
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<!-- Preenche a bolinha do evento -->
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<div class="events-content">
<ol>
<li class="selected" data-date="01/01/1500">
<h2>Terra à Vista</h2>
<em>22 de abril de 1500</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>A expedição de Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil.</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1559">
<h2>Primeiros escravizados</h2>
<em>1559</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1559.jpg" alt="">
<figcaption>Porão Navio Negreiro - Johann Rugendas<br><b>Fonte:</b> O Globo <sup><a href="http://d37iydjzbdkvr9.cloudfront.net/timeline/line_da-escravidao-a-luta-contra-a-desigualdade/1810.jpg" target="_blank">[8]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A corte portuguesa autoriza a entrada de negros escravizados. Inicialmente, era permitido que cada senhor de engenho importasse até 120 pessoas.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1694">
<h2>Rebelião em Palmares</h2>
<em>20 de novembro de 1694</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-timeline img-timeline-zumbi" src="assets/img/timeline-1694.jpg" alt="">
<figcaption>Zumbi dos Palmares <br><b>Fonte:</b> Cultura Niterói <sup><a href="http://culturaniteroi.com.br/blog/imagens/mapa/210_antonioparreiras09.jpg" target="_blank">[9]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
O quilombo dos Palmares é invadido e destruído. Zumbi, líder do quilombo consegue fugir mas é capturado. No ano seguinte, em 20 de novembro ele é decapitado e sua cabeça é exposta em praça pública. A Lei Federal nº10.639/2003 estabeleceu no dia da morte de Zumbi o “Dia da Consciência Negra”.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1810">
<h2>Pressão Inglesa</h2>
<em>1810</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A Inglaterra decreta ilegal o tráfico negreiro. Como consequência, começa a pressionar os países a aderirem sua decisão. O Príncipe Regente Dom João VI se compromete a implementar a abolição gradual no Brasil.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1823">
<h2>Abolição Gradual</h2>
<em>1823</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline img-timeline-boni" src="assets/img/timeline-1823.jpg" alt="">
<figcaption>José Bonifácio <br><b>Fonte:</b> Wikipedia <sup><a href="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/66/Calixt33.jpg/400px-Calixt33.jpg" target="_blank">[10]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Na Assembleia Legislativa e Constituinte após a independência do Brasil, o estadista José Bonifácio propõe a extinção gradual do sistema escravista.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1831">
<h2>Lei para Inglês Ver</h2>
<em>1831</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Esse foi o termo utilizado para se referir à Lei Feijó, no Período Regencial em que o Padre Feijó aprova. Na teoria, a lei proibiria o tráfico negreiro. Sua aprovação se dá pela pressão da Inglaterra. Entretanto, na prática o tráfico continuou sendo executado.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1850">
<h2>Lei Eusébio de Queirós</h2>
<em>1850</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
É assinada mais uma lei para proibir o tráfico transatlântico de escravos. No entanto, essa traria grandes mudanças de fato para a economia do Segundo Reinado, contribuindo para sua decadência e surgimento da Velha República.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1871">
<h2>Lei de Ventre Livre</h2>
<em>1871</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1871.jpg" alt="">
<figcaption>Lei do Ventre Livre<br><b>Fonte:</b> 4bp Blogspot <sup><a href="http://4.bp.blogspot.com/-k1wrVci-trU/UoFRe4vhhTI/AAAAAAAAAAk/CF0_2J2RviE/s1600/28-de-setembro-Dia-da-Lei-do-Ventre-Livre.jpg" target="_blank">[11]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A partir da data de sua assinatura, todos os filhos de escravas seriam considerados livres a partir dos 8 anos de idade.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1885">
<h2>Lei dos Sexagenários</h2>
<em>1885</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Todos os escravos com mais de 65 anos seriam livres, contudo, mediante indenização. Para burlar a lei, os proprietários de escravos alteravam os registros das idades de seus escravos.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1888">
<h2>Liberdade?!</h2>
<em>13 de maio de 1888</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1888.jpg" alt="">
<figcaption>Jornal Gazeta noticia Abolição <br><b>Fonte:</b> Humanitus Blogblog <sup><a href="https://humanitusblogblog.files.wordpress.com/2016/05/dsc_1608.jpg?w=473&h=353" target="_blank">[12]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Após ser aprovada na Câmara Geral e Senado Imperial, no dia 13 de maio de 1888 é assinada pela Princesa Regente Isabel a lei que aboliu a escravidão. Vale citar que a pressão da Inglaterra foi um fator muito importante para que a lei fosse de fato aprovada. Todavia, os negros não foram integrados à sociedade, sem oportunidades de emprego, moradia de qualidade, etc. A partir de então, começaria uma longa jornada a fim de que esse povo libertado pudesse obter acesso a oportunidade e direitos civis.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1934">
<h2>Direito ao Voto</h2>
<em>1934</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1934.jpg" alt="">
<figcaption>Assembleia Constituinte de 1934 <br><b>Fonte:</b> O Globo <sup><a href="http://d37iydjzbdkvr9.cloudfront.net/timeline/line_da-escravidao-a-luta-contra-a-desigualdade/1934.jpg" target="_blank">[13]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Apesar da Abolição, o direito dos negros poderem votar só é garantido na Constituição de 34, durante o Regime de Vargas. Além disso, foi a primeira vez que uma mulher participou de uma Assembleia Constituinte.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1935">
<h2>Primeira Deputada Negra</h2>
<em>1935</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline img-timeline-antonieta" src="assets/img/timeline-1935.jpg" alt="">
<figcaption>Maria Antonieta <br><b>Fonte:</b> O Globo <sup><a href="https://i.pinimg.com/236x/a1/e1/e3/a1e1e36a0e32498f5961af3d68fd842f--santa-catarina-cultural.jpg" target="_blank">[14]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A jornalista e educadora Antonieta de Barros se torna a primeira mulher negra a ser eleita para uma Casa Legislativa e ocupa o cargo em Santa Catarina.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1951">
<h2>Racismo</h2>
<em>1951</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A Lei Afonso Arinos determina que o racismo seja punido com um ano de prisão ou multa.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1969">
<h2>Primeiro Protagonista Negro</h2>
<em>1969</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1969.jpg" alt="">
<figcaption>Zózimo Bulbul <br><b>Fonte:</b> Catacra Livre <sup><a href="https://catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Alma_no_Olho-450x331.jpg" target="_blank">[15]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Zózimo Bulbul se torna o primeiro ator negro brasileiro protagonista de uma telenovela. Além disso, é o primeiro modelo negro de uma grife de alta-costura brasileira.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1988">
<h2>Direito de Posse aos Quilombos</h2>
<em>1988</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-1988.jpg" alt="">
<figcaption>Assembleia Constituinte de 1988 <br><b>Fonte:</b> Wikipedia <sup><a href="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/64/Ulyssesguimaraesconstituicao.jpg/440px-Ulyssesguimaraesconstituicao.jpg" target="_blank">[16]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A Constituição de 88, aprovada após a redemocratização do Brasil, assegura aos grupos remanescentes dos quilombos o direito de posse das terras no qual ocupam.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/1989">
<h2>Crime Inafiançável</h2>
<em>1989</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row fato-sem-img">
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Por meio da Lei Caó, o racismo é categorizado como um crime inafiançável.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/2002">
<h2>Políticas Afirmativas</h2>
<em>2002</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-2002.jpg" alt="">
<figcaption>Protestos a favor da Política de Cotas <br><b>Fonte:</b> O Globo <sup><a href="http://d37iydjzbdkvr9.cloudfront.net/timeline/line_da-escravidao-a-luta-contra-a-desigualdade/2002.jpg" target="_blank">[17]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) é a primeira universidade do Brasil a adotar o sistema de cotas raciais.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/2012">
<h2>Primeiro Presidente do STF Negro</h2>
<em>2012</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline" src="assets/img/timeline-2012.jpg" alt="">
<figcaption>Joaquim Barbosa <br><b>Fonte:</b> Prof Miguel Jr. Wordpress <sup><a href="https://profmigueljunior.files.wordpress.com/2012/09/joaquim-barbosa.jpg?w=490&h=325" target="_blank">[18]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
Joaquim Barbosa assume o cargo mais alto do Poder Judiciário. Durante sua presidência que é julgado o caso do “Mensalão”.
</p>
</div>
</div>
</li>
<li data-date="01/01/2017">
<h2>Cotas para USP</h2>
<em>2017</em>
<div class="row justify-content-center align-items-center media flex-column flex-md-row">
<figure>
<img class="img-fluid img-timeline img-timeline-usp" src="assets/img/timeline-2017.jpg" alt="">
<figcaption>Universidade de São Paulo <br><b>Fonte:</b> USP <sup><a href="#" target="_blank">[19]</a></sup></figcaption>
</figure>
<div class="texto text-justify media-body">
<p>
A Universidade de São Paulo (USP) adota o sistema de cotas raciais para reserva de vagas.
</p>
</div>
</div>
</li>
<!-- Pode colocar mais eventos aqui -->
</ol>
</div> <!-- .events-content -->
<span id="Sociedade_Ioruba">.</span>
</section>
<!-- Sociedade Iorubá -->
<div class="container-fluid">
<div class="row justify-content-center">
<div class="col-lg-10">
<div class="text-center pt-5 pb-5 texto text-black">
<h1 class="Titulo">Sociedade Iorubá</h1>
<div class="row justify-content-center media flex-column flex-md-row pt-4">
<div class="col-lg-12 texto text-justify">
<p class="p_dest pt-3">
<i>Yorùbá</i> em português Iorubá, é o nome de um dos maiores grupos-étnico-linguístico
do continente africano, com mais de 30 milhões de pessoas em toda a região.
Na prática, o termo refere-se a uma coleção de diversas populações interligadas
por uma língua comum de mesmo nome, além de uma mesma origem cultura e histórica.
</p>
<p class="pt-3">
A maior parte dos iorubás vive na Nigéria, mais precisamente na região sudoeste do país,
correspondendo a aproximadamente 21% da população total, tendo seu desenvolvimento segundo
historiadores, a margem sul do rio Níger. Mesmo assim, há também importantes comunidades
presentes em Benim, Gana, Togo e Costa do Marfim. Contudo, devido ao tráfico de escravos
bastante ativo entre os séculos XV e XIX, muitos traços da cultura, língua, música e costumes
foram disseminados por extensas regiões do continente americano, com destaque para Brasil,
Cuba, Trinidad e Tobago e Haiti. Vale lembrar, que boa parte da população negra no Brasil
veio de terras iorubás.
</p>
<p>
Os Iorubás na atual Nigéria são uma importante etnia, representando cerca de um sexto da população.
Majoritariamente são católicos, mas uma parte segue também o islamismo, assim, o culto tradicional
fica em terceiro lugar. Cerca de 75% dos homens são agricultores de subsistência, e as mulheres
geralmente são encarregadas de vender parte do excedente nos mercados populares das cidades.
E nessas cidades, os iorubás respeitam além das autoridades formais, o líder temporal, o “Oba”,
que conquista sua posição de várias formas diferentes, incluindo herança, casamentos, ou sendo
pessoalmente selecionado por um Oba já no poder. Cada Oba é geralmente auxiliado por um conselho
de chefes, além disso, é considerado um descendente direto do Oba fundador de cada cidade.
</p>
</div>
<span id="mitodacriacao">.</span>
<div class="col-lg-12 texto text-justify">
<h2 class="Subtitulo pb-3 text-left">Mito da Criação</h2>
<p> Dentro da cosmovisão iorubana, as histórias míticas revelam os
caminhos aos homens, demonstrando a maneira como aquele que pede,
consegue atingir o seu objetivo. Elas oferecem uma orientação, uma espécie
de referência última para a vida terrestre. São os mitos os instrumentos para
interpretar a realidade, afirmando e reafirmando as verdades iorubanas, e dão
dicas de como se deve comportar para obter sucesso. (Ver Joseph Campbell
em as funções do mito).
</p>
<p> Na Mitologia Ioruba, Olorum é o deus supremo, também chamado de
Olodumaré. Não aceita oferendas, pois tudo o que possuí existência e pode ser
ofertado já lhe pertence na qualidade de criador de tudo o que existe em orun
(o céu ou o mundo espiritual).
</p>
<p> Existem algumas variantes do mito da criação Iorubá, mas, de uma
forma geral, há três principais raízes mitológicas, as quais se diferenciam em
detalhes, porém, matem uma linha central, ou seja, a mesma função mitológica
(Ver Joseph Campbell em as funções do mito).
</p>
<p> Em algumas, Obatalá é o criador, não apenas do mundo, como também
da humanidade, criando simultaneamente, no orun (mundo espiritual) e no ayé
(mundo material). Em outras, Odudua, também chamado de Oduduwa, cria o
mundo após Obatalá ter falha na issão por ter ser embriagado com o emu
(vinho de palma), restando a ele o poder da criação da humanidade no orun e
no aye. Em outra variante, esta sendo mais recente, Orunmilá (a divindade do
oráculo ifá) é o criador da Terra enquanto Obatalá é o responsável pela criação
da humanidade, em ambos os níveis. <span id="religiao">No entanto</span>, assim como já mencionado,
apesar de serem diferentes, todas elas uma vez fazendo parte do conjunto de
mitos, cumprem com as suas funções mitológicas.</p>
</div>
<div class="col-lg-12 texto text-justify">
<h2 class="Subtitulo pb-3 text-left">Religião e Cultura</h2>
<p class="text-justify">A população iorubá encontra sua procedência primitiva em um núcleo
aborígene ancestral, posicionado em torno da cidade de Ifé, antes de ser subjugado pelo
guerreiro <b>Oduduwa</b>, considerado o criador desta civilização, e por seus seguidores. </p>
<p class="text-justify">Os povos africanos apoiam-se integralmente no poder da oralidade, a qual,
no aso das tradições iorubás, se mantém ao longo de séculos no interior dos <b>Poemas Sagrados
de Ifá</b>, de onde esse povo extrai a base fundamental para preservar seu legado, permitindo a
uma geração transmitir sua herança ancestral à que lhe sucede, mesmo distante de seu lugar
de origem, nas Américas, especialmente no Brasil e em Cuba.</p>
<p class="text-justify">Esse caráter consagrado da palavra confere-lhes o dom de criar cenários,
pois ela abriga um universo mítico. Seus mestres têm a responsabilidade de estabelecer vínculos
de conexão entre as entidades divinas como os orixás, os ancestrais e os futuros iorubás,
disponibilizando o legado cultural desta civilização.</p>
<p class="text-justify">Tendo em vista a força do povo iorubá, sua cultura se espalhou pelo mundo,
fazendo com que fosse praticada por mais de 100 milhões de pessoas. Sabe-se que os mesmos preservavam
o costume da produção de artefatos artísticos como: ornato de cordas, debrum, tranças, tatuagem,
perolização, o uso da argila e cerâmica, bronze, tecelagem e tingimento, escultura em madeira entre
diversas outras formas de arte. Outras características culturais são os cultos <b>Egungun</b>, <b>Gueledé</b>, a
arte de <b>Ifá</b>, e os atributos estéticos utilizados pelos mesmos, seja através dos trajes ou das máscaras.</p>
<p class="text-justify">Com isso, há um destaque da cultura iorubá que são justamente esses trajes, que são bem
elaborados e feitos tradicionalmente de algodão. O mais básico é a Aso-Oke, com muitas cores e padrões diferentes.
E um dos trajes masculinos típicos é o Agbada, cujo nome no Brasil virou sinônimo de uma espécie de uniforme
de um determinado bloco de carnaval.</p>
<p class="text-justify">Dessa forma, não apenas deve-se atentar a arte tradicional, mas também a arte contemporânea
que, mesmo sendo influenciada ao longo dos séculos pelo processo de diáspora africana, permaneceu viva e ainda
ligada a questões mitológicas dos indivíduos como os orixás.</p>
</div>
<div class="col-lg-12">
<div class="row justify-content-center">
<div class="card1">
<div class="front">
<img src="assets/img/Ife_Kings_Head.jpg" alt="">
<ul>
<h2 class="cardTitulo">Cabeça de bronze de Ifé</h2>
<a href="#" class="card1Link" data-toggle="modal" data-target="#siteModal2">Leia
sobre</a>
</ul>
</div>
</div>
<div class="card1">
<div class="front">
<img src="assets/img/Mascara_Gelede.jpg" alt="">
<ul>
<h2 class="cardTitulo">Máscara Gueledé</h2>
<a href="#" class="card1Link" data-toggle="modal" data-target="#siteModal2">Leia
sobre</a>
</ul>
</div>
</div>
<div class="card1">
<div class="front">
<img src="assets/img/Bandeja.jpg" alt="">
<ul>
<h2 class="cardTitulo">Bandeja ritual (opon)</h2>
<a href="#" class="card1Link" data-toggle="modal" data-target="#siteModal2">Leia
sobre</a>
</ul>
</div>
</div>
<div class="card1">
<div class="front">
<img src="assets/img/Traje.jpg" alt="">
<ul>
<h2 class="cardTitulo">Traje básico Aso-Oke</h2>
<a href="#" class="card1Link" data-toggle="modal" data-target="#siteModal2">Leia
sobre</a>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<!-- Modal -->
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<div class="container-fluid">
<div class="row">
<div class="col-12">
<h5>Cabeça de bronze de Ifé</h5>
<p>A peça exibida é uma das chamadas “cabeças comemorativas da realeza”, uma
representação idealizada (e não um retrato idêntico) da figura do Oni (rei) de Ifé,
local onde floresceu uma das mais importantes civilizações africanas, cidade para
qual converge toda cultura iorubana sendo seu centro espiritual. A arte antiga de
Ifé reflete os ideais da corte, em que os riscos na face equivalem a uma das duas
grandes linhas dinásticas de Ifé.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<h5>Máscara Gueledé</h5>
<p>A máscara “gueledé”, juntamente com a “egungun” e a “epa”, são as máscaras mais
populares entre os iorubás. O festival das gueledé com a utilização dessas máscaras
pode ocorrer em honra a qualquer orixá ou herói cultural, mas a sua função é a de
aplacar Iyá Nlá (“a grande mãe”) e suas discipulas na terra (“as mães poderosas”).</p>
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<h5>Bandeja ritual (opon)</h5>
<p>São representações associadas a divindade iorubana Xangô que é tido tanto na África
quanto no Brasil com a personificação do trovão. Sendo cultuado como Orixá ou como
Vodun no contexto das religiões afro-brasileiras. Xangô é reconhecido
historicamente como ancestral fundado do reino Oyo na atual Nigéria.</p>
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<h5>Traje básico Aso-Oke</h5>
<p>É um pano de mão tecido pelo povo Yoruba do sudoeste da Nigéria. Geralmente tecido
por homens, o tecido é usado para fazer vestidos masculinos, chamados Agbada,
invólucros femininos chamados Iro e chapéus masculinos, chamados fila. Quando as
pessoas falam de um Aso-Oke, elas estão se referindo à tradicional vestimenta
iorubá.</p>
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